A Solidão e a Felicidade

A solidão pode transformar você em uma pessoa feliz

 

Abraçar a solidão

Se traçássemos um mapa de sentimentos e situações, perceberíamos que para muitas pessoas a solidão e a tristeza estão muito próximas. Essa proximidade não apenas se relaciona à solidão na primeira pessoa, como também ao sentimento de pena que costumamos sentir por alguém que enxergamos como isolado.

Entretanto, esta visão é muito distorcida. A solidão somente pode ser compreendida como um fardo quando esta é imposta, quando a pessoa que se sente sem apoio social deseja tê-lo e não tem forma de encontrá-lo. Esta solidão tem muito a ver com a necessidade de contar, de falar e de relatar parte da nossa história.

Por isso é um sentimento tão prejudicial nas pessoas mais velhas. Elas sentem que acumularam uma certa sabedoria que precisam entregar de alguma forma e, por isso, são tão agradecidas quando simplesmente lhes dedicamos tempo. Porque a tristeza que acompanha a solidão imposta também tem muito a ver com o tempo e com a sensação de que não somos, talvez, suficientemente valiosos para que alguém o dedique a nós.

No lado oposto está a solidão escolhida, a necessidade de poder escapar do barulho social. A inquietude de tomar certa distância que nos dê clareza, como se de perto enxergássemos embaçado. Este tipo de solidão é a que nos faz independentes e nos dota de recursos para podermos nos sentir plenos, dependendo única e exclusivamente de nós mesmos.

“A solidão é a sorte de todos os espíritos excelentes”.
-Arthur Schopenhauer-

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