História Da Psicologia

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De acordo com FUCHS e MILAR, no meio do século XIX houve o desenvolvimento científico da psicologia, o qual uniu as filosofias da mente aos estudos da fisiologia. No século XVIII já havia estudos da mente, mas sem o método e rigor com que foi estudado no século XIX.

Antes deste período, no começo do século XIII, Christian Wolff foi o primeiro a utilizar o nome psicologia para denominar o estudo da mente. O seu método dividiu psicologia em dois, que são: psicologia empírica e psicologia racional. Os dados da mente que resultaram da observação de si e das outras pessoas eram denominados psicologia empírica e a psicologia racional interpretavam os dados obtidos na psicologia empírica pelo meio do uso da razão e da lógica.

Segundo Jones e Elcock, da segunda metade do século XIX, as linhas de psicologias inglesas eram, principalmente, a evolucionista, influenciada pelos estudos de Lamarck, e a comparatista, composta dos estudos de fisiologia e de associativismo de Spencer. Segundo a perspectiva associativista de Spencer, acreditava-se que a mente era um espaço em branco que necessitava de associações para se desenvolver, este pensamento foi pouco aceito, pois ele era contrário à teoria darwiniana que era mais amplamente aceita. Entretanto, a Inglaterra e os Estados Unidos foram os países nos quais se preferiu a teoria de Spencer. Esta perspectiva influenciou as escolas de psicologia estruturalista, funcionalista, behaviorista e Gestalt. As três primeiras são americanas, e a Gestalt teve alguma influência nas teorias de psicologia dos EUA.

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Dentre as vertentes de psicologia que se iniciaram nos Estados Unidos, durante primeira metade do século XX, houve grande competição entre as vertentes do funcionalismo e estruturalismo, as quais se utilizaram do darwinismo social, tornando-se, assim, vertentes que se focariam na biologia. A psicologia behaviorista era a terceira vertente americana, que se iniciou a partir de um artigo por Watson, no ano de 1913, e tornou-se popular com as contribuições de Tolman, Hull e Skinner. O behaviorismo inovou ao correlacionar a funções psicológicas com estruturas biológicas, e explicar essas correlações em termos fisiológicos.

A psicologia Gestalt foi uma perspectiva desenvolvida na mesma época da psicologia behaviorista e fortemente influenciada pelas vertentes estadunidenses. Gestalt foi considerada reducionista, o que Carl Stumpf descreveu como uma experiência direta tinha primazia sobre a redução de elementos. Tanto o behaviorismo quanto a psicologia Gestalt são fruto de seus contextos da Primeira Guerra Mundial e estes pensamentos permaneceram muitas famosas até a Segunda Guerra Mundial.

Na década de 1920 foram elaboradas teorias da psicanálise por Sigmund Freud. Esta teoria não foi bem aceita na sua época, pois os demais psicólogos acreditavam que lhe faltava rigor empírico. Dois outros psicanalistas que continuaram a estudar e trouxeram contribuições para esta vertente foram Carl Gustav Jung e Erik Erikson.

Após uma década do início da psicanálise desenvolveu-se a psicologia humanista nos Estados Unidos, segundo Buys. Este foi influenciado pela filosofia existencialista de Sartre e pelos movimentos contrários ao darwinismo social no seu contexto de Segunda Guerra Mundial. Assim como Buys destaca que o humanismo problematiza o determinismo produzido pelo darwinismo social. A independência do indivíduo é um dos conceitos fundamentais do humanismo, este conceito busca contribuir para que o paciente se conheça e perceba formas alcançar a auto-realização.

A partir da década de 1960 fortaleceu-se a abordagem da psicologia cognitiva, com referências como Vygotsky, o que retoma algumas questões tratadas na psicanálise, conforme Falcone. Esta perspectiva busca contribuir para desenvolver habilidades para identificar as distorções cognitivas e explorar novas formas de compreender as suas experiências.

Outras teorias posteriormente desenvolvidas buscavam problematizar algumas das vertentes e passaram adaptar as teorias para mais variado setores, não apenas à área clínica. Um exemplo das vertentes da segunda parte do século XX é a psicologia conexionista, a qual adiciona os conhecimentos produzidos na linguística, tendo como um dos influenciadores desta vertente Noam Chomsky, de acordo com Jones e Elcock.

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